O Cetesh é a sigla que identifica o Centro de Educação Teológica e Evangelística Shekinah. Fundado pelo Professor e Pastor Sandro Gomes no dia 29 de outubro de 1995, no município do Rio de Janeiro. O CETESH tem carater interdenominacional e portanto, atua na área de educação e missões no Brasil e exterior.
sábado, 17 de novembro de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Remadores do Último Porão - Reflexão
O escritor José Rodrigues, em seu livro A Ação da Cruz, salienta de forma emocionante o perfil de um escravo do último porão na época do Império Romano. Vejamos um sucinto comentário feito a seguir pelo Pastor J. Rodrigues:
A língua grega apresenta pelo três variantes para palavra servo, ou, originalmente falando, escravo. Uma delas é a palavra upêdêtê. A que classe pertencia este tipo de escravo? Os “upêdêtês” faziam parte de uma classe de escravos condenados à morte pelo Império Romano. A sentença para esses condenados era de que deveriam remar até à morte. Estes escravos chamados também de “remadores do último porão”.
“Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, com se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens”. (1 Coríntios 4.9)
Você pode imaginar qual palavra grega o apóstolo utiliza para empregar o termo “ultimo lugar” neste texto? O termo utilizado ali é exatamente a palavra upêdêtê, “escravo do último porão”.
Como podemos ver, o apóstolo Paulo, de alguma forma, está se comparando àquele escravos das profundezas dos navios mercantes. Tal comparação torna-se mais evidente, quando lemos o restante do verso e notamos o termo como se fossemos condenados à morte. Com essas duas citações, Paulo não poderia estar pensando em mais nada, a não ser naqueles escravos condenados à morte. Além disso, a palavra espetáculo nos dá mais indicações. Em Roma, para diversão do povo, os escravos obrigados a participar dos jogos, onde deveriam lutar com gladiadores até a morte. Em tais confrontos, existia apenas uma com vida. Para os romanos, nenhum espetáculo era mais animador do que ver a cabeça de um condenado rolar pela arena após um combate mortal. Por tudo isso, Paulo escreve pensando naqueles escravos.
Escravo não deve viver em busca de elogios ou agradecimentos; escravo é escravo. Sua vida resumi-se em diminuir em favor do crescimento de Cristo. Esta é a filosofia da cruz, consequentemente, o caminho da glória eterna. Assim agem os verdadeiros servos: não fazem questão de serem vistos ou de terem seus nomes citados. Talvez os atos desses homens nunca serão reconhecidos. Mas, nas galerias celestiais, eles brilharão como o sol na força do meio dia. (Ler Jo 3.30; Sl 115.1).
No serviço do Mestre, Sandro Gomes . E-mail: prsandrogomes@ig.com.br
quinta-feira, 15 de março de 2012
Pastor é acusado de "crime contra a humanidade"
Pastor é acusado de “Crime contra a Humanidade”
Scott Lively virou alvo de um complô homossexualista internacional
Julio Severo
Dois anos atrás, Scott Lively, autor do famoso livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), fez um discurso para membros do Parlamento de Uganda, que estava considerando um projeto de lei que criminalizava a homossexualidade. Lively exortou uma ênfase na terapia em vez de castigo, e, depois que o projeto foi liberado, ele se opôs à cláusula de pena de morte.
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| Rev. Scott Lively: acusado de “Crime contra a Humanidade” |
Se o Rev. Lively fosse um cidadão russo vivendo em São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, ele estaria seguro. Recentemente, São Petersburgo aprovou uma lei pró-família proibindo propaganda homossexual. Mas Lively é um cidadão americano, vivendo numa sociedade em que mensagens cristãs e anti-homossexualistas estão cada vez mais sendo proibidas. Quando uma lei antipreconceito é aprovada, tudo é possível, e os EUA têm tal lei, que foi usada especificamente para tornar possível a ação judicial contra Lively.
O Rev. Lively nunca defendeu violência contra os homossexuais. Mesmo assim, a ação legal faz parecer que a pregação dele contra a homossexualidade em Uganda tem sido a única causa de perseguição aos homossexuais nesse país. De acordo com Lively, “O centro da atenção da prova da MSU de que homossexuais têm sido perseguidos em Uganda é o assassinato de seu líder, David Kato, em 2011. A queixa judicial omite descaradamente o fato (muito bem conhecido para MSU) de que Kato foi morto por um prostituto gay a quem Kato tinha tirado da cadeia, pagando-lhe a fiança, a fim de morar com ele e ser seu amante. Esse homem confessou esmagar a cabeça de Kato com um martelo depois que Kato não lhe pagou conforme havia prometido. O criminoso foi levado a juízo pelo crime”.
Ativistas gays vivem vidas perigosas com seus amantes e prostitutos, e deveriam os pastores cristãos levar a culpa pelas escolhas imorais deles?
Suponho que se Lively fosse um clérigo muçulmano visitando Uganda e pregando morte a todos os homossexuais, ele seria deixado em paz pelos grupos homossexualistas, pelas organizações financiadas por George Soros e até pelas leis antipreconceito dos EUA.
A pena de morte é frequentemente usada contra homossexuais em nações muçulmanas, até mesmo quando esses homossexuais não cometeram nenhum estupro de crianças ou outro grande crime. Contudo, grupos internacionais nunca acusam essas nações de “Crimes contra a Humanidade”. Certamente, há muçulmanos pregando morte aos homossexuais. Onde estão os grupos ocidentais de “direitos humanos” para dizer que esses muçulmanos cometeram “Crimes contra a Humanidade”?
A ação judicial contra o Rev. Scott Lively é um precedente muito perigoso para todos os cristãos que estão lutando contra a agenda gay. Uma orquestração poderosa de indivíduos e grupos homossexualistas e socialistas está usando um grupo gay de Uganda para que Lively seja levado a juízo como “Criminoso contra a Humanidade”! Se os esforços deles tiverem êxito, nenhum cristão pró-família no Ocidente ficará seguro.
Você não estará seguro. Eu não estarei seguro.
No meu caso, fugi do meu país, o Brasil, a fim de escapar de pressões, perseguições e ações legais do MPF incitado pela ABGLT, a maior organização homossexual no Brasil que, com a assistência da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, recebeu oficial credenciamento no sistema da ONU em 2009.
Minha saída do Brasil, com minha esposa grávida e crianças pequenas, deveria ser suficiente para fazer com que a ABGLT me esquecesse, mas esse não é o caso. Mensagens interceptadas da ABGLT mostram que ela instruiu grupos gays do Brasil a acharem minha localização.
Além disso, AllOut, a mesma organização gay dos EUA que lançou uma campanha internacional para derrotar a lei pró-família em São Petersburgo, teve êxito em sua campanha internacional para fechar minha conta do PayPal. Aliás, AllOut tem mirado Lively também!
Por causa da enorme e poderosa influência do governo americano pró-sodomia, os grupos gays estão com uma “estação de caça” aos cristãos pró-família.
Enquanto os russos de São Petersburgo estão sob a proteção de uma lei que proíbe a propaganda homossexualista, os cristãos ocidentais enfrentam ameaças por sua mensagem pró-família.
Os EUA e a Europa pró-sodomia têm transformado o Ocidente num lugar traiçoeiro, onde os cristãos pró-família têm de viver sob opressivas e enganosas leis antipreconceito. E o Brasil e outras nações latino-americanas estão imitando bovinamente essas leis.
“Crime contra a Humanidade” é uma ameaça legal muito grave. Se tal acusação ridícula e sem fundamento pode ser feita contra Lively como um cristão pró-família americano, o que acontecerá com os cristãos pró-família brasileiros?
Fique de olhos abertos: novos campos de concentração para cristãos americanos e brasileiros estão vindo, mas não da Rússia.
Versão em inglês deste artigo: Christian minister accused of “Crime against Humanity”
Fonte: www.juliosevero.com
domingo, 11 de março de 2012
Em defesa do matrimônio permanente - Até que a vida os separe - SEMISFAM - Seminário sobre Família
Por Silmar Coelho
Casar é fácil. Difícil é permanecer casado e viver feliz em meio à rotina do casamento. Nossas atitudes devem revigorar a chama da felicidade, trazendo luz e calor nos momentos de frieza e nas horas escuras das dificuldades. Mas, na prática, acontece o inverso.
Muitos se casam por motivações erradas: ter direito de usufruir do sexo lícito, fugir dos problemas familiares, sair da tutela e vigilância de pais opressores, ter uma pessoa com quem compartilhar despesas, dar nome a um filho indesejado, satisfazer as exigências da sociedade, ser dono do próprio nariz, encontrar a felicidade.
No entanto, ainda que sua escolha tenha acontecido por razões incompatíveis com o amor, separar-se nunca é a melhor solução. Não desista! Erros passados não anulam o direito de ser e de fazer o outro feliz. E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem (Marcos 10.8,9).
Separação nunca foi e jamais será o plano de Deus. Divórcio só acontece por causa da dureza do coração do homem. Disse-lhes ele (Jesus): Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, no princípio, não foi assim (Mateus 19.8).
É a dureza do coração irreconciliável que aventa a possibilidade da separação. O divórcio sempre promete mais do que produz. Em vez de estimulada com palavras e atos irracionais, a separação deve ser banida do relacionamento a partir do perdão e da tolerância.
Antes do divórcio, o Altíssimo ensina acerca do perdão, da reconciliação, do amor e da paz. Por causa da dureza do coração, a misericórdia de Deus tolera a separação. No entanto, a vontade absoluta do Senhor é frustrada com o divórcio. Jesus gostaria que o casamento jamais chegasse ao fim.
A separação quebra a união feita na presença do Senhor. O rompimento desse pacto traz resultados drásticos, tanto para o casal como para os filhos e os parentes. As feridas abertas enfrentam uma longa e dolorosa jornada para a cura.
O casamento é um pacto de fidelidade pelo qual ambos os cônjuges prometem viver lado a lado na alegria e na tristeza, na fartura e na pobreza, na saúde e na doença, na juventude e na velhice; fiéis um ao outro nos melhores e nos piores momentos.O que diz a Palavra do Senhor? Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios (Salmo 89.34).
Lute pelo seu casamento, independente da pessoa com a qual voc ê se uniu. Não perca a esperança! Nada é impossível para Deus. Ele é o Todo-poderoso fque pode curar a sua dor, sarar as suas feridas e arrancar o veneno de seu coração. Se Ele quiser, pode operar algo inesperado, e trazer a solução.
Não queira operar o milagre que somente Deus pode fazer. Não há nada que Ele não possa executar. O Criador tem poder para tirar você de um lugar de infelicidade e colocá-lo num palácio maravilhoso, onde reinam o amor, a paz, a alegria de um coração feliz, amável, perdoado e perdoador.
Fonte: Por Silmar Coelho - Revista Fiel - Maio de 2008 , p.6
No serviço do Mestre, Sandro Gomes
www.prsandrogomes.com.br
Muitos se casam por motivações erradas: ter direito de usufruir do sexo lícito, fugir dos problemas familiares, sair da tutela e vigilância de pais opressores, ter uma pessoa com quem compartilhar despesas, dar nome a um filho indesejado, satisfazer as exigências da sociedade, ser dono do próprio nariz, encontrar a felicidade.
No entanto, ainda que sua escolha tenha acontecido por razões incompatíveis com o amor, separar-se nunca é a melhor solução. Não desista! Erros passados não anulam o direito de ser e de fazer o outro feliz. E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem (Marcos 10.8,9).
Separação nunca foi e jamais será o plano de Deus. Divórcio só acontece por causa da dureza do coração do homem. Disse-lhes ele (Jesus): Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, no princípio, não foi assim (Mateus 19.8).
É a dureza do coração irreconciliável que aventa a possibilidade da separação. O divórcio sempre promete mais do que produz. Em vez de estimulada com palavras e atos irracionais, a separação deve ser banida do relacionamento a partir do perdão e da tolerância.
Antes do divórcio, o Altíssimo ensina acerca do perdão, da reconciliação, do amor e da paz. Por causa da dureza do coração, a misericórdia de Deus tolera a separação. No entanto, a vontade absoluta do Senhor é frustrada com o divórcio. Jesus gostaria que o casamento jamais chegasse ao fim.
A separação quebra a união feita na presença do Senhor. O rompimento desse pacto traz resultados drásticos, tanto para o casal como para os filhos e os parentes. As feridas abertas enfrentam uma longa e dolorosa jornada para a cura.
O casamento é um pacto de fidelidade pelo qual ambos os cônjuges prometem viver lado a lado na alegria e na tristeza, na fartura e na pobreza, na saúde e na doença, na juventude e na velhice; fiéis um ao outro nos melhores e nos piores momentos.O que diz a Palavra do Senhor? Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios (Salmo 89.34).
Lute pelo seu casamento, independente da pessoa com a qual voc ê se uniu. Não perca a esperança! Nada é impossível para Deus. Ele é o Todo-poderoso fque pode curar a sua dor, sarar as suas feridas e arrancar o veneno de seu coração. Se Ele quiser, pode operar algo inesperado, e trazer a solução.
Não queira operar o milagre que somente Deus pode fazer. Não há nada que Ele não possa executar. O Criador tem poder para tirar você de um lugar de infelicidade e colocá-lo num palácio maravilhoso, onde reinam o amor, a paz, a alegria de um coração feliz, amável, perdoado e perdoador.
Fonte: Por Silmar Coelho - Revista Fiel - Maio de 2008 , p.6
No serviço do Mestre, Sandro Gomes
www.prsandrogomes.com.br
domingo, 4 de março de 2012
Vinte perguntas que as Testemunhas de Jeová precisam responder
2. Os demônios são submetidos em nome de quem? (Lc 10.17; At 16.18)
3. Arrependimento e remissão dos pecados devem ser pregados em nome de quem? (Lc 24.47)
4. Em nome de quem devemos crer e receber o perdão dos pecados? (Jo 1.12; 3,16 ; At 10.43 ; I Jo 3.23; 5.13)
5. Por que nome - e nenhum outro- podemos obter salvação? (At 4.12)
6. Que nome que , invocado, traz resposta à nossa oração? (Jo 14.13,14; 15.16; 16.23,24)
7. Em nome de quem o Espírito Santo é enviado? (Jo 14.26)
8. Que nome e autoridade foram invocados pelos discípulos na cura de doentes e paralíticos? (At 3. 16; 4.7-10,30)
9. Que nome deve ser invocado, na palavra de Paulo? (1 Co 1.2)
10. Que nome está acima de qualquer outro nome? (Ef 1.21; Fp 2.9-11)
11. De acordo com At 1.8, de quem devemos ser testemunhas?
12. Com ênfase colocada sobre Jeová, podem as Testemunhas dizer honestamente que são obedientes a At 1.8?
13. Desde que as Testemunhas de Jeová concluem que Jesus representa um papel secundário no criar o universo, porque é dito da criação que 'por intermédio (dia, no grego) de Cristo (Jo 1.3) passou ela a existir'. Temos então de concluir acerca de Jeová, quando Rm 11.36 ; Hb 2.10 diz que a criação veio por intermédio dele, (Jeová) que também Ele é a primeira criação?
(Ap 21.6)
14.Se a mesma palavra usada para descrever o trabalho de Jeová na criação é usada pra descrever o mesmo trabalho de Cristo na criação, tal situação não é contra o argumento da Torre de Vigia, ao afirmar que Cristo teve uma participação secundária?
15. Jeová diz em Is 44.24, (TNM) 'Eu, Jeová, faço tudo, estendendo os céus por mim mesmo, estirando a terra. Quem estava comigo? Como pode você conciliar essa declaração com o ensino da Torre de Vigia, que declara ter Jeová primeiro criado Cristo que criou todas as demais coisas?
16. Os eruditos gregos, unanimamente concordam com a declaração de que Cl 2.9 ensina a deidade absoluta de Jesus. Pode você indicar o nome de um erudito grego ao lado de J.H. Thayer que concorde com a forma da Tradução do Novo Mundo neste versículo?
17.O que você pensa que isto significa sobre a natureza de Cristo, quando se declara que a 'plena medida', 'completamente', 'totalmente' e 'absoluta' deidade habita nele (Cl 2.9)?
18. Você admite que é importante usar os mais confiáveis manuscritos quando se traduz a Bíblia?
19. Por que a Tradução do Novo Mundo se coloca contra a maioria dos melhores e confiáveis manuscritos hebraicos para sustentar sua tradução de Zc 12.10?
20. De acordo com os mais respeitáveis manuscritos hebraicos, quem é Jesus em Zc 10?
Fonte: Revista Defesa da Fé - p. 109
No serviço do Mestre, pastor Sandro Gomes
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O Apóstolo Valdomiro e o Arianismo - Por Sandro Gomes
Jesus não foi um homem que ousou ser Deus, mas Deus que se dignou ser homem. O Filho é
coeterno com Deus Pai. À luz de Colossenses 1.16 e Apocalipse 3.14, Ele, o Filho, "é a origem de tudo que Deus Criou." O rei Davi é chamado na Bíblia de primogênito mesmo sendo o filho mais novo de Jessé. Isto fala de primazia. O Filho é o Deus Todo-Poderoso em Ap.1.8. Assim como Atanásio combateu a heresia de Ário, nós devemos com veemência combater o moderno arianismo esboçado pelos modernos heréticos.
Infelizmente, tomei conhecimento através do blog do Renato Vargens, e confirmei no site da Igreja Mundial do Poder de Deus, que o Apóstolo Valdomiro declara que o Pai é sempiterno, já o Filho é Eterno; mas pelo contexto da mensagem, o líder da I.M.P.D. ensina que o Filho foi o primeiro ser que Deus criou. Esta doutrina é esboçada pela seita denominada "Testemunhas de Jeová" .
Em virtude da heresia publicada acima, transcrevo a seguir, o Credo de Atanásio formulado no quinto século, citado pelo teólogo e judeu messiânico Mayer Pearlman (in memorian), em seu livro de Teologia Sistemática (Conhecendo as Doutrinas da Bíblia) :
Adoramos um Deus em trindade, e trindade em unidade. Não confundimos as Pessoas, nem separamos a substância. Pois a a pessoa do Pai é uma, a do Filho outra, e a do Espírito Santo, outra. Mas no Pai, no Filho e no Espírito Santo há uma divindade, glória igual e magestade coeterna. Tal qual é o Pai, o mesmo são o Filho e o Espírito Santo. O Pai é incriado, O Filho incriado, o Espírito Santo incriado. O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o Espírito Santo é imensurável. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno. E, não obstante, não há três eternos, mas sim um eterno. Da mesma forma não há três seres onipotentes, mas sim um Onipotente. Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus. No entanto, não há três Deuses, mas um Deus. Assim como a veracidade cristã nos obriga a confessar cada Pessoa individualmente como sendo Deus e Senhor, assim também ficamos privados de dizer que haja três Deuses ou Senhores. O Pai não foi feito de coisa alguma nem criado, nem gerado. O Filho procede do Pai somente, não foi feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procedente. Há, portanto, um Pai, não três Pais; um Filho, não três Filhos; um Espírito Santo, não três Espíritos Santos. E nesta trindade não existe primeiro nem último; maior nem menor. Mas as três Pessoas coeternas são iguais entre si mesmas; de sorte que por meio de todas, como acima foi dito, tanto a unidade na triandade como a trindade na unidade devem ser adoradas.
Nota do escritor Myer Pearlman: A declaração acima pode parecer-nos complicada, por tratar-se de pontos sutis; mas nos dias primitivos demonstrou ser um meio eficaz de preservar a declaração correta sobre verdades tão preciosas e vitais para a igreja.
É importante ressaltar que a palavra trindade não se encontra na Escrituras, é um termo teológico que procura não se deslocar para extremos, nem para o lado da Unidade (sabelianismo) nem para o lado da Tri-unidade (triteísmo).
Em defesa da sã doutrina, concluo esta análise , com uma perspectiva de escrever mais sobre o tema em foco.
No serviço do Mestre, Sandro Gomes. E-mail: prsandrogomes@ig.com.br
coeterno com Deus Pai. À luz de Colossenses 1.16 e Apocalipse 3.14, Ele, o Filho, "é a origem de tudo que Deus Criou." O rei Davi é chamado na Bíblia de primogênito mesmo sendo o filho mais novo de Jessé. Isto fala de primazia. O Filho é o Deus Todo-Poderoso em Ap.1.8. Assim como Atanásio combateu a heresia de Ário, nós devemos com veemência combater o moderno arianismo esboçado pelos modernos heréticos.
Infelizmente, tomei conhecimento através do blog do Renato Vargens, e confirmei no site da Igreja Mundial do Poder de Deus, que o Apóstolo Valdomiro declara que o Pai é sempiterno, já o Filho é Eterno; mas pelo contexto da mensagem, o líder da I.M.P.D. ensina que o Filho foi o primeiro ser que Deus criou. Esta doutrina é esboçada pela seita denominada "Testemunhas de Jeová" .
Em virtude da heresia publicada acima, transcrevo a seguir, o Credo de Atanásio formulado no quinto século, citado pelo teólogo e judeu messiânico Mayer Pearlman (in memorian), em seu livro de Teologia Sistemática (Conhecendo as Doutrinas da Bíblia) :
Adoramos um Deus em trindade, e trindade em unidade. Não confundimos as Pessoas, nem separamos a substância. Pois a a pessoa do Pai é uma, a do Filho outra, e a do Espírito Santo, outra. Mas no Pai, no Filho e no Espírito Santo há uma divindade, glória igual e magestade coeterna. Tal qual é o Pai, o mesmo são o Filho e o Espírito Santo. O Pai é incriado, O Filho incriado, o Espírito Santo incriado. O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o Espírito Santo é imensurável. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno. E, não obstante, não há três eternos, mas sim um eterno. Da mesma forma não há três seres onipotentes, mas sim um Onipotente. Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus. No entanto, não há três Deuses, mas um Deus. Assim como a veracidade cristã nos obriga a confessar cada Pessoa individualmente como sendo Deus e Senhor, assim também ficamos privados de dizer que haja três Deuses ou Senhores. O Pai não foi feito de coisa alguma nem criado, nem gerado. O Filho procede do Pai somente, não foi feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procedente. Há, portanto, um Pai, não três Pais; um Filho, não três Filhos; um Espírito Santo, não três Espíritos Santos. E nesta trindade não existe primeiro nem último; maior nem menor. Mas as três Pessoas coeternas são iguais entre si mesmas; de sorte que por meio de todas, como acima foi dito, tanto a unidade na triandade como a trindade na unidade devem ser adoradas.
Nota do escritor Myer Pearlman: A declaração acima pode parecer-nos complicada, por tratar-se de pontos sutis; mas nos dias primitivos demonstrou ser um meio eficaz de preservar a declaração correta sobre verdades tão preciosas e vitais para a igreja.
É importante ressaltar que a palavra trindade não se encontra na Escrituras, é um termo teológico que procura não se deslocar para extremos, nem para o lado da Unidade (sabelianismo) nem para o lado da Tri-unidade (triteísmo).
Em defesa da sã doutrina, concluo esta análise , com uma perspectiva de escrever mais sobre o tema em foco.
No serviço do Mestre, Sandro Gomes. E-mail: prsandrogomes@ig.com.br
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Julio Severo: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações d...
Julio Severo: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações d...: O Festival Promessas da TV Globo e suas relações de interesse Orley José da Silva A Rede Globo de Televisão dedicou pela primeira vez, no di...
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